
Construção Civil
Luvas para o canteiro de obras, com proteção contra abrasão, corte e impacto no manuseio de materiais.

Comece pelo trabalho que você executa e encontre a luva já pensada para os riscos daquela rotina: construção, cozinha industrial, elétrica (NR-10), mecânica, solda, saúde, açougue, jardinagem e serviços gerais. Cada profissão combina perigos de um jeito próprio, e aqui o EPI para as mãos vem pronto para eles.

Luvas para o canteiro de obras, com proteção contra abrasão, corte e impacto no manuseio de materiais.

Luvas térmicas e de manipulação para cozinhas, resistentes a calor, corte e contato com alimentos.

Luvas isolantes e de cobertura para trabalhos elétricos conforme a NR-10.

Luvas com aderência e resistência a óleo e graxa para oficinas e manutenção mecânica.

Luvas de raspa e vaqueta para soldagem, com proteção contra calor, faíscas e respingos.

Luvas de procedimento e cirúrgicas para a área da saúde, com barreira biológica.

Luvas de malha de aço e anticorte para açougues e frigoríficos, protegendo contra lâminas.

Luvas resistentes a espinhos e abrasão para jardinagem, poda e paisagismo.

Luvas multiuso para limpeza e serviços gerais, com conforto para uso prolongado.
Cada profissão combina riscos de um jeito próprio, e a luva de proteção por atividade é a forma mais direta de acertar o EPI: você parte do trabalho que vai executar e encontra as luvas já pensadas para os perigos daquela rotina. Aqui reunimos luvas para construção, cozinha industrial, eletricidade, mecânica, solda, saúde, açougue, jardinagem e serviços gerais.
A mesma mão enfrenta perigos diferentes conforme a função: abrasão na obra, calor na cozinha, choque na rede elétrica, corte no açougue. Selecionar pela atividade garante que a luva atenda ao conjunto de riscos daquela profissão, respeitando também a destreza e o conforto necessários para o uso contínuo.
No canteiro, as mãos enfrentam abrasão, corte, impacto e contato com cimento. Luvas revestidas em nitrílica ou látex, pigmentadas ou de vaqueta, oferecem aderência e resistência para manuseio de blocos, ferramentas e materiais ásperos, reduzindo calos e lesões.
Cozinhas exigem duas famílias de luvas: as de proteção térmica, para forno e chapa, e as de manipulação, que garantem higiene no contato com alimentos. A escolha depende da etapa do processo e das exigências sanitárias do local.
As térmicas priorizam isolamento ao calor; as de contato priorizam a barreira sanitária e a troca frequente. Muitas operações usam as duas em momentos distintos do preparo.
Trabalhos elétricos energizados exigem luvas isolantes de borracha, classificadas por tensão, muitas vezes usadas com luvas de cobertura de couro para proteção mecânica. O uso segue a NR-10, com inspeção e reensaio periódicos da rigidez dielétrica.
Em oficinas, a luva precisa de aderência mesmo com óleo e graxa, além de resistência ao corte por peças e ferramentas. Modelos revestidos em nitrílica com bom tato equilibram proteção e destreza para tarefas de montagem e desmontagem.
A soldagem expõe as mãos a calor intenso, faíscas e respingos. Luvas de raspa e vaqueta oferecem proteção térmica e resistência à abrasão, com punho estendido para proteger o antebraço, complementadas por mangotes quando necessário.
Na área da saúde, as luvas de procedimento e cirúrgicas criam barreira biológica contra agentes infecciosos. São descartáveis, de látex ou nitrilo, com foco em higiene, sensibilidade tátil e troca frequente conforme os protocolos de biossegurança.
O corte de carnes e a desossa pedem luvas de malha de aço e de altíssima resistência ao corte, protegendo contra lâminas e facas. Em câmaras frias, somam-se luvas com isolamento térmico contra o frio.
A jardinagem exige proteção contra espinhos, umidade e ferramentas de poda, enquanto os serviços gerais pedem luvas multiuso confortáveis para limpeza e higienização ao longo do dia.
Além das profissões acima, setores como indústria química, laboratórios e agronegócio têm necessidades específicas: luvas nitrílicas e de neoprene contra defensivos e reagentes, luvas antivibração para operadores de máquinas e luvas resistentes à umidade para o campo. Sempre cruze a atividade com a substância e o tempo de exposição.
Em jornadas longas, o conforto define se a luva será realmente usada. Peso, transpiração, ajuste no punho e sensibilidade tátil influenciam diretamente a produtividade — uma luva desconfortável tende a ser retirada, expondo o trabalhador ao risco.
Defina, para cada função, os riscos das mãos e escolha as luvas com CA válido para cada um deles. Padronize modelos por setor, registre a entrega e a validade do CA, e treine a equipe quanto ao uso e à conservação, conforme a NR-6.
Comprar por atividade facilita a reposição: mantendo os mesmos modelos por função, a gestão de estoque e a troca de luvas gastas ficam mais simples e previsíveis.
Diferentes atividades acionam diferentes normas de desempenho, que devem constar na etiqueta e no CA da luva:
Verificar a norma correta para a atividade evita escolher uma luva certificada para o risco errado.
Só se os riscos forem equivalentes. Atividades com perigos distintos (corte, químico, elétrico) normalmente exigem luvas específicas para cada uma.
Prefira luvas revestidas resistentes à abrasão; o cimento é abrasivo e alcalino, então evite modelos de tecido puro sem revestimento.
Somente as com proteção térmica indicada (EN 407). Luvas de manipulação comuns não resistem ao calor de forno e chapa.
Considere a frequência de troca de cada atividade: descartáveis exigem reposição diária, enquanto reutilizáveis duram conforme o desgaste. Dimensione o estoque pela rotatividade real de cada função.
O CA é vinculado ao risco, não à profissão. Se a mesma luva cobre o risco de duas atividades, o mesmo CA vale; riscos distintos exigem luvas (e CAs) apropriados.